quarta-feira, 20 de maio de 2009

Derreti...

My blueberry nights...
Jude Law, The greatest da Cat Power, este beijo...
Derreti...
Sim... Com direito a sensações que se mantêm, arrepio na espinha e borboletas no estômago...
Derreti, tal como gelado de nata em tarte quente...


"It wasn't so hard to cross that street after all...
It all depends on who's waiting for you on the other side."




terça-feira, 19 de maio de 2009

Mi

Definitivamente sem palavras... Parece que me caiu algo bem pesado em cima...
Não sei bem como, mas não lido bem com a morte... Não falo dela... Mas...

Mi, tens o poema completo escrito no teu hi5, como citação preferida...

"E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder...Para me encontrar..."

Florbela Espanca, in "Poesia Completa"

Prometi-te algo... Não me esquecerei.
E apesar de não poderes estar presente, vais estar no meu pensamento...

Descansa em paz... Até um dia...

Don't...

Não me apetece escrever... Não vou escrever... Há coisas que não se escrevem...
"Acordei" com esta musica na M80. Aqui fica ela...



(Hey, hey, hey, hey)

Won't you come see about me
I'll be alone dancing, you know it, baby
Tell me your troubles and doubts
Giving me everything inside and out
And love's strange: so real in the dark
Think of the tender things
That we were working on
Slow change may pull us apart
When the light gets in your heart, baby

Don't you forget about me
Don't, don't, don't, don't
Don't you forget about me

Will you stand above me
Look my way, never love me
Rain keeps falling
Rain keeps falling
Down, down, down
Will you recognize me
Call my name or walk on by
Rain keeps falling
Rain keeps falling
Down, down, down, down

(Hey, hey, hey, hey)

Don't you try and pretend
It's my beginning
We'll win in the end
I won't harm you
Or touch your defenses
Vanity, insecurity

Don't you forget about me
I'll be alone dancing, you know it, baby
Going to take you apart
I'll build us back together at heart, baby

Don't you forget about me
Don't, don't, don't, don't
Don't you forget about me

As you walk on by
Will you call my name
As you walk on by
Will you call my name
When you walk away

Oh, will you walk away
Will you walk away
Oh, call my name
Will you call my name


segunda-feira, 18 de maio de 2009

Manish Arora



Para quem não sabe aqui fica o recado: sou viciada em relógios da Swatch...
O que é fantástico!!!
Olhem se fosse viciada nos Raimond Weil???
Bem, e como já há muito tempo que não peço um miminho ao príncipe encantado hoje aproveito e peço dois...
Ou um dos dois...
Tanto faz...
Mas príncipe encantado, pensa em como ficariam bem no meu pulso e vê que bem que ficaríamos de mão dada se eu tivesse um modelo exclusivo do Manish no pulso...

Sem outro assunto de momento

Eu, a viciada em Swatch...

Sentimentos...

Vasculhei, revirei caixas... Mas encontrei o meu caderno de poemas escritos na adolescência :)
Meu Deus... Como são terrivelmente horríveis e infantis alguns!!!
Aqui fica um deles

Sentimentos

Fogo de uma paixão
Um ardor em lume brando
Que mantém no coração
O que a mente vai sonhando.
Com um beijo profundo
Um toque com a mão
Parece arder o mundo
Parece tremer o chão.
Paixão? Será Amor?
Foi ou é ilusão?
Que mantém esse ardor
No meu triste coração.
Refrescas-me com o teu lume
Aqueces-me com o teu olhar
Avivas-me com o ciúme
E continuo a amar.
Amar? Será Paixão?
Foi ou é fogo a arder?
Que me rouba a solidão
Que me dá vontade de viver
Que me alimenta o coração

É Fogo
É Paixão
É Amor
És Tu...

SS, 1995

domingo, 17 de maio de 2009

Tardes de domingo

Tardes de domingo... Como eu não as adoro...
Para mim as partes favoritas dos domingos sempre foram a manhã, quando passada em casa com café de saco quentinho e regueifa com manteiga, e o inicio da noite, pois é quando se pode sair de casa e as ruas estão praticamente vazias. Aliás, adoro ir ao shopping ao domingo á noite... Que sossego... E o dia de hoje não vai ser excepção... Vou passar no Parque Nascente... Manhoso mas é o que tem a Zara mais organizada!!!
A tarde vai ser um misto de tédio com passeio pelas nuvens... E para que o passeio pelas nuvens seja bem longo organizei uma lista pessoal no iPhone que baptizei carinhosamente de: abana-te e berra bem alto miúda :)
Cá vai a selecção:

Sister Dew - Deus
Alive - Pearl Jam
Live forever - Oasis
Just around the corner - Cock Robin
I'm free - Soup Dragons
Renegade master - Wildchild
For what it's worth - The Cardigans
Never tear us apart - INXS
Ruffneck - Freestylers
Girl you'll be a woman soon - Urge Overkill
Seeling the drama - Live
Underwater love - Smoke City
Fortress europe - Asian Dub Foundation
Walking on a better day - Blasted Mechanism
One - U2
Born of frustration - James
Six underground - Sneaker Pimps
The greatest - Cat Power
Plug in baby - Muse
Hey - Pixies
L.S.F. - Kasabian
Mean sleep - Cree Summer
Jump around - House of Pain
Your woman - White Town
Cannonball - Breeders
Disarm - Smashing Pumpkins
It´s a wonderful life - Black
Safe from harm - Massive Attack
Purple rain - Prince
Chop Suey - Sistem of A Down
A place called home - PJ Harvey
Cuts you up - Peter Murphy
Glory Box - Portishead
Turn my head - Live
With arms wide open - Creed
Fake empire - The National
A little respect - Erasure
New Slang - The Shins
Street spirit - Radiohead
Linger - Cramberries
She moves on her own way - The Kooks
Set adrift on memory bliss - PM Dawn
Battle flag - Lo-Fidelity Allstars
Believe - K's Choice
Inertia Creeps - Massive Attack
Wath Sound - Lamb
Everybody here wants you - Jeff Buckley
Breathe - Prodigy
Sound - James
Would I lie to you - Charles and Eddie
Midlife crisis - Faith No More
Supermassive black hole - Muse
Decode - Paramore
Come here - Kath Bloom
Bird Gehrl - Antony and The Johnsons
Help I'm alive - Metric
Forever young - Youth Group
More than this - Bryan Ferry
Instant street - Deus
Time to pretend - MGMT
Not an addict - K's Choice
Haunted by a freak - Mogway
Creep - Stone Temple Pilots

Destino

Hoje cheguei a casa e a minha gata recusou o meu beijo tendo começado de imediato a dar suaves lambidelas nas minhas mãos... Senti hoje ainda uma menor vontade de comer que a habitual como se não quisesse sentir o sabor da comida... A cabeça pesa, sinto-me febril...
Abri o portátil, pus musica ao acaso e surgiu James Carrington com Ache... A sonoridade entrou-me no espírito e senti-me bem ao ouvir uma musica que está longe de ser uma das minhas preferidas mas que sabe bem ouvir por vezes...
O primeiro post é um poema de Leonor de Almeida e aparece por cá porque esta grande senhora sabia o que era desejar um homem e conseguiu por o sentimento em papel de forma mais que perfeita... Imagino como seria em 1947... Igual a 2009 com certeza... Como eu a compreendo...
Fechei os olhos como se tivesse adormecido por breves segundos... Pensei no destino...
O que é afinal o destino?
"O meu destino sou eu que o faço..." Esta frase, que tenho marcada em mim, tem estado presente nos meus meses mais recentes, meses em que me sinto mais eu e sinto que finalmente estou a percorrer apenas o meu caminho, a construir o meu presente, a sentir os momentos na pele...
Na verdade o que quero dizer não é que eu faço o que quero e bem me apetece e tenho tudo o que quero... Alias tal era impossivel, pois uma coisa que aprendi foi que a minha liberdade termina onde começa a de quem está ao meu lado e por isso mesmo não posso fazer o que me dá na real gana sem interferir com o espaço alheio...
No entanto, a vida proporciona-me várias opções e alternativas, e apenas eu tenho a liberdade de escolher qual o melhor caminho para mim pesando em ambos os pratos da balança os prós e contras das minhas escolhas... Escolhas estas que constituiem os alicerces da minha felicidade...
Sinceramente detesto ter que escolher... Acho que tem a ver com o meu signo... Mas sei bem o que quero e o que não quero... Espero apenas manter os olhos bem abertos para ver as oportunidades diante de mim e conseguir agarra-las... Porque nunca é tarde demais para ser feliz, a felicidade constroi-se... E assim a vida é agri-doce, uma surpresa, um mapa carregado de alternativas, momentos que podem acontecer ou não, sensações...
"Life is like a box of chocolates. You never know what you're gonna get." - Forrest Gump
Mas depende de cada um tirar ou não um chocolate, comer mais que um, oferecer a alguém, saborear ou devorar o chocolate, guarda-lo para a eternidade...
E isso para mim é o destino feito individualmente porque as oportunidades estão lá... tudo o resto só depende de cada um...

Posse


Vem cá! Assim, verticalmente!
Achega-te... Docemente...
Vou olhar-te... E, no teu olhar, colher
promessas do que quero prometer,
ate à síncope do amor na alma!
Colemos as mãos, palma a palma!
A minha boca na tua, sem beijo...
Desejo-te, ate o desejo se queixar que doi.
E sou tua, assim... Como nenhuma foi!


Leonor de Almeida - Posse (1947)

sábado, 16 de maio de 2009

Será que posso?

Apetece-me gritar

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Quanto vale assumir o Amor na vida?

Para mim é mais ou menos assim: tudo...
Mas para me fazer entender melhor teria que descrever o Garden State de uma ponta á outra... É um dos meus melhores filmes de sempre... Por isso, vejo-o e revejo-o vezes sem conta para me relembrar o quanto o Amor dá sentido à vida e nela é necessário... Impossível não chorar... Impossível não sorrir... Delicioso... Único... Como o Amor...


Sensualidade

Sorriso, olhar, toque...


Sensibilidade

Cumplicidade, protecção, receio...
(breathe me e não breath me...)


Agradibilidade

Calma, luz, energia...


All that you are, all that you have, all that you give...

Terceira...


My morning sun is the drug that brings me near...

Segunda musica...


La Roux

Primeirinha música da tarde

Twitter

Isto merece ser a primeira notícia da tarde:

Maxmen Portugal (MaxmenPT) is now following your updates on Twitter.

A little information about Maxmen Portugal:

981 followers
30 updates
following 1827 people

Nem eu sei como, mas a Maxmen segue-me no Twitter!!! UUUUHHHHH! lol
outra vez a caminhar para a cama a horas improprias depois de um creme de couve branca e espargos com um toque de noz moscada acompanhado com croutons e agua com sabor a maça adormeci no sofá devo ter pegado no telemóvel mas cega com o sono acordei toda descomposta e torta o suficiente com a gata a miar porque tinha fome para variar acontece sempre durante a noite e quando ela ainda tem comida mais que suficiente mas enfim confirmei o telemóvel pois já sei que não sou de confiança quando tenho estes acessos de sono contínuo e desligo alarmes leio mensagens e falo mas depois não me lembro de nada entre sonhos e boas noites sem beijo praguejei qualquer coisa tipo novamente sem perdão e pensei em dizer isto por sms e dar um beijo com sono e mimo mas um rasgo de lucidez lembrou-me que seria uma provável mulher morta depois disso por isso contive-me e vim tropega para o quarto puxei o lençol ate tapar a cabeça abri o caderno de apontamentos e enquanto a minha bola de pelos se acomoda perto dos meus pés estou para aqui a escrever e a pensar que daqui a 3 horas tenho que me levantar o que em dia de folga custa mais mas o meu pai tem alta a partir das 9h e por uma boa causa não devia resmungar muito mas o sono não ajuda vou dormir

quinta-feira, 14 de maio de 2009

...

"E como já deves saber tb gosto de ti...Porque há coisas que nunca mudam.
Bjinhuz."

Final de tarde com lágrimas a escorrer a face, porque era a ultima coisa que eu esperava ler e as lágrimas simplesmente apareceram... Porque há coisas que nunca mudam...

Obrigada...

Sete oitavas menos uma terça menor...

Piano...
Lembro-me do tempo que tentava deslizar as mãos num piano com medo de errar as teclas...
De me dizerem que tinha um talento inato aos apenas 5 anos...
De tocar a quatro mãos com a minha professora...
De dizer que odiava as aulas, que bastava saber ler a pauta e só queria sentir as notas a aparecerem do nada...
Sempre amei fechar os olhos e ouvir o som calmo mas intenso de um piano...
Porque é fim de tarde, e os fins de tarde são óptimos para ver o por do sol ao som de um piano, ficam aqui dois dos meus pianistas favoritos: Erik Satie e Michael Nyman




Divagações...

Chego a casa e o vazio invade-me...
Tiro a roupa com a mesma sensualidade com que tiraria para ti e aguardo-te...
Os minutos parecem não passar e sinto-me prisioneira do tempo e do desejo, como se estivesse a terminar uma caminhada no deserto... Como se ao longe te avistasse e fosses muito mais que uma miragem... Muito mais que uma mão cheia de agua prestes a saciar a minha sede...
E então tu chegas... Levanto-me fria e lentamente dos lençóis aquecidos pela minha mente...
Olho-te como se te despisse sem te tocar e envolvo-te num abraço que não quero que termine...
Mordisco-te a orelha e puxo-te pelo cinto arrancando de ti o mais belo e perverso dos sorrisos
enquanto te peço para cerrares os olhos e te conduzo para o quarto...
Sem qualquer visão, mergulhados numa sombra esbatida pela noite apenas te beijo... Beijo como se o fôlego, o meu e o teu, não fossem suficientes para sobreviver... Beijo-te no canto do lábio e deslizo a língua pelo teu lábio inferior... Fujo... Deixo-te a pedir por mais, enquanto me beijas o ombro da forma mais doce que é possível...
Olhas-me com olhos de querer... Dizes que me desejas... Digo que não quero sem te conseguir encarar... Minto... O murmúrio do meu coração fala mais alto que a minha voz e denuncia-me...
Seguras-me com toda a tua força e percorres o meu corpo suavemente entre beijos e o toque da pele que ferve... Amas-me, Amo-te... Como se finalmente as almas se unissem e gemessem de prazer um uníssono...
Adormeço com as pernas entrelaçadas em ti enquanto me afagas o cabelo... Fica no ar o odor da paixão, que aos poucos se entranha nos poros...
Já é madrugada, sinto a tua respiração em mim...
Visto apenas a tua camisa deixando a lingerie para trás, roubo-te um cigarro e assisto ao nascer do dia...
Entre o cheiro do café acabado de fazer e do mar, juntas-te a mim a apreciar o momento e dizes-me baixinho ao ouvido que nunca me deixarás enquanto entrelaças os teus dedos nos meus...
E é nesse momento que nos apercebemos que temos as nossas vidas nas nossas mãos... Unidas...

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Como estou a meio gás não vou escrever o que quer que seja de jeito, pelo menos por enquanto...
Vou fechar os olhos, abraçar a almofada anti-stress, ponderar a utilização do meu cartão multicare para qualquer coisita de rotina, e ouvir musica para sonhar... Gosto de sonhar...



Gosto da musica... Gosto do video... Posso sonhar...
Talvez um dia escreva mais uma ou duas frases da letra...
Talvez um dia me escrevam a mim essas frases...

terça-feira, 12 de maio de 2009

A ilha dos sentimentos...

Percorri a galeria de imagens até encontrar a perfeita...

IMG_0836... Foi nesta que parei e fiquei a contemplar cada milímetro, cada pormenor, cada traço, cada tom de cinza... O semblante pensativo, o olhar penetrante, a paisagem familiar... Apenas algo está a mais... Mas de todas a minha favorita...

Depois imaginei uma ilha, amor, tempo... e quase escrevia umas quantas frases carregadas de perversidade... lol

Bem, a verdade é que me lembrei de um pequeno texto chamado a ilha dos sentimentos, texto este que está na minha vida desde 2001...

Adoro relembra-lo :)

"Era uma vez uma ilha, onde moravam todos os sentimentos: a Alegria, a Tristeza, a Sabedoria e todos os outros sentimentos. Por fim o Amor. Mas, um dia, foi avisado aos moradores que aquela ilha iria afundar. Todos os sentimentos apressaram-se para sair da ilha.
Pegaram seus barcos e partiram. Mas o Amor ficou, pois queria ficar mais um pouco com a ilha, antes que ela afundasse. Quando, por fim, estava quase se afogando, o Amor começou a pedir ajuda. Nesse momento estava passando a Riqueza, em um lindo barco. O Amor disse:
- Riqueza, leve-me com você.
- Não posso. Há muito ouro e prata no meu barco. Não há lugar para você.

Ele pediu ajuda a Vaidade, que também vinha passando.
- Vaidade, por favor, me ajude.
- Não posso te ajudar, Amor, você esta todo molhado e poderia estragar meu barco novo.

Então, o amor pediu ajuda a Tristeza.
- Tristeza, leve-me com você.
- Ah! Amor, estou tão triste, que prefiro ir sozinha.

Também passou a Alegria, mas ela estava tão alegre que nem ouviu o amor chamá-la.
Já desesperado, o Amor começou a chorar. Foi quando ouviu uma voz chamar:
- Vem Amor, eu levo você!

Era um velhinho. O Amor ficou tão feliz que esqueceu-se de perguntar o nome do velhinho. Chegando do outro lado da praia, ele perguntou a Sabedoria.
- Sabedoria, quem era aquele velhinho que me trouxe aqui?

A Sabedoria respondeu:
- Era o TEMPO.
- O Tempo? Mas porque só o Tempo me trouxe?
- Porque só o Tempo é capaz de entender o "AMOR"."

Desperate housewives

Confusa...
Apetece-me escrever palavras à toa, trechos eróticos, maldizer o destino, descrever uma receita de fondant, explorar um significado...
Que coisa...
Começou um novo episódio das famosas donas de casa... Lembrei-me agora que num fantástico quiz do facebook me calhou a Susan na rifa. Eis o resultado:

Sílvia just took the "Which Desperate Housewife are you?" quiz and the result is Susan Mayer Delfino.

Completely clumsy by nature, Susan, at one point was locked outside of her own house completely naked and wet in broad daylight after ex-husband Karl drove off with her towel caught in the car door; she had to cover herself with a plant pot as she made a mad dash for the back door, only to fall into a bush and be discovered by Mike, who managed to unlock her door. She also accidentally burnt Edie Britt's house down. Susan is naturally inquisitive and is perhaps the driving force behind the housewives' efforts to discover the truth about Mary Alice Young's suicide which hit her hard. “ We're not inviting you to poker, we're not talking to you, we're not even gonna wave when you jog by. From now on, you are invisible. ” — Susan Mayer to Edie Britt


Bem, vou jantar e decidir sobre que escrever...

Serralves

Acabei de receber a newsletter de Serralves e que saudadesssssssss!
Da intimidade e paz que se sente no jardim, do chá e do cheesecake no terraço,
do conhecimento que está dentro das paredes...
Nem é preciso saber o que está lá ou de quem é...
Basta ir de vez em quando e apreciar...

Tenho que ir a Serralves...

Le Grand Verre, 2008 Cortesia da artista e Galerie Tschudi Glarus-Zuoz & Yvon Lambert Paris - New York – London
Le Grand Verre, 2008 Cortesia da artista e Galerie Tschudi Glarus-Zuoz & Yvon Lambert Paris - New York – London

BETHAN HUWS "FOUNTAIN"

14 Mar - 18 Mai 2009 - MUSEU

A obra de Bethan Huws (nascida em 1961 em Bangor, País de Gales, RU) está associada a movimentos artísticos como o minimalismo e a arte conceptual, abrindo ao mesmo tempo um novo precedente artístico que lhe pertence por inteiro. As obras da artista são fundamentalmente escultóricas: criam lugares físicos concebidos como espaços de memória e reflexão. A infância que Huws passou numa quinta no País de Gales constitui uma importante linha de orientação do seu trabalho; a outra é um profundo questionamento da origem da arte, que a levou a um processo, actualmente em curso, de análise da linguagem e da obra de Marcel Duchamp. A exposição “Fountain” inclui uma peça de chão de grandes dimensões relacionada com as propriedades do espaço da exposição, obras textuais, ready-mades, objectos relacionados com a linguagem, filmes, aguarelas, etc.

Come here

Acordei...
Estranha sensação de ter passado a noite a sonhar sem imagens, o que não me lembro de alguma vez ter acontecido...
Uma noite não muito longa em que a unica coisa que recordo é um som que se mantém...
Sim, sonhei a noite inteira com a Kath Bloom!! lol E esta musica acordou comigo... Claro que ainda estou com a remelita no olho, mas a primeira coisa que fiz foi vir procurar a musica da dita senhora!!


segunda-feira, 11 de maio de 2009

Hoje estou cansadita...
Preenchi o dia com ida ao centro de saúde, estudo do horário de junho (com mais 23:30h em cima :s), duas de letra com uma velha amiga, cineminha com o homem mais velho da minha vida (The International... Clive Owen... Suspiro...), e telefonemas para o Hosp. Santos Silva porque eles são uns parvalhões que avisam o dia do implante do CDI com 3 dias de antecedência!!!
Tou cansadita porque a cabeça não me dá descanso, dormi pouquinho e senti a falta de palavras...
Mas estou com um sorriso fantástico... Bem disposta... Feliz..
Afinal de contas só tenho bons motivos para estar bem
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Acta non verba

Significado de desprezo

s.m. Sentimento pelo qual se julga uma pessoa ou uma coisa indigna de valor, de estima ou de atenção: experimentar desprezo pelo mentiroso.
Sentimento pelo qual nos colocamos acima do temor e do desejo: o desprezo do perigo ou das riquezas.
Palavra ou atitude que inferioriza, que magoa; menosprezo: sentir o desprezo de alguém.



"É preciso administrar o desprezo com extrema parcimônia,
pois o número de necessitados é muito grande."


François-Auguste Chateaubriand

Chuva

Já choveu...
Vai chover ainda mais...
As pingas a cairem-me na face fazem-me sentir ainda mais viva :)

domingo, 10 de maio de 2009

Hoje

1º - estou com falta de apetite... mau sinal... muito mau sinal...
2º - estou cabeça no ar (vá... mais que o normal!)... preciso comprar post-it...
3º - como é possivel ainda não ter o Office?? Taralhoca...
4º - eu avisei que ainda ia gargalhar... GEDM... (gente estúpida de merda...)
5º - cheguei novamente atrasada... tenho que começar a por um quinto despertador a tocar...
6º - quase que te dei um beijo... devo estar parva...
7º - tenho que capar a piquena... se ela volta a marcar território no candeeiro ainda a capo eu á chapada...
8º - PPPPOOOOOOOOOOOORRRTTTTOOOOOOOOOOOOO!!!!!
9º - será que devo programar a minha mente para fluir menos!? Tenho que pensar seriamente neste assunto...
10º - constipei... tenho que começar a fechar a janela da sala antes de adormecer!!
11º - tenho o frigorífico cheio de yoco morango-banana... quem tem mãe tem tudo (lol...)
12º - thciiii... amanha tenho que ir ao ginásio... tenho saudades da Teresinha e da dica da semana :)
13º - C. terminou o namoro com o qualquer coisa dela pela vigésima vez (arrendondamento meu feito á toa...)... este mês!!! Outra que vai levar uma chapada se não ganhar juízo...
14º - E. também vai levar chapada mas esta vai levar um monte delas... Raisparta... Para burra cheguei eu!!!!
15º - coiso... oh... pah... e tal... é isso...
16º - será que me esqueci de mais alguma coisa no cacifo? hummmm...
17º - é facil ser objectivo... é como dar um beijo: separar ligeiramente os labios e movimentar suavemente a lingua... depois só é preciso deixar-me levar... e posts assim acontecem...

MULHER

Mulher...

Pessoa do sexo feminino, com ideais e sentimentos, graciosidade na aparência, ternura no olhar e um sorriso nos lábios capaz de convencer qualquer comum mortal sem que para isso sejam necessários argumentos verbais...

É verdade! A Mulher não é apenas o “feminino do Homem”, como certas definições simplistas e limitadoras a rotulam, e a Mulher Portuguesa é uma prova evidente desse facto.

Desde sempre que a mulher lutou por um “lugar ao sol” na Sociedade Portuguesa demonstrando a todos os que a subestimavam que a sua inteligência sempre existiu, e que esta, aliada a uma indescritível perspicácia e uma força de vontade infinita, fazia milagres, ou melhor, fazia advogadas, professoras de vários tipos de ensino, engenheiras, entre outras, para além de incomparáveis donas de casa, cozinheiras esmeradas, “mães-galinha” e esposas dedicadíssimas!

Mas é difícil... Ser mulher neste país á beira mar plantado, não é ser uma mulher, mas sim uma imensidão delas, pois a verdade é que uma mulher para ser bem sucedida tem que se desdobrar em várias réplicas... O ideal era Portugal ser adepto da clonagem! Mas não é, e por isso eu, que sinto na pele e na alma o que é ser mulher, sei que todas nós trabalhamos muito para ser alguém na vida, ganharmos bem (ou talvez bem mal...), termos uma casa organizada, filhos educados e obedientes, saúde e força suficiente, e no fim ainda termos algum tempo para nos refrescarmos num banho relaxante, lermos a Cosmopolitan, saltar no ginásio, fazermos uns paninhos para um enxoval qualquer, fazer compras nos saldos e dar um passeio descansado junto ao mar... E a única coisa em que penso é: “Que bom que era se os dias tivessem 48 horas!...”

Apesar de tudo, ser Mulher é gratificante, é realmente muito agradável sentirmo-nos inteligentes, úteis, ou melhor, essenciais na vida de quem nos rodeia principalmente do Homem (será que se pode dizer masculino da Mulher?!), pois nesta sociedade era triste se fossemos muito diferentes, mas pior era se fossemos muito iguais: seria demasiado cómico chegar a casa, calçar as pantufas, refastelarmo-nos no sofá, bebermos uma Coca-Cola light como um típico homem português beberia a sua cervejinha, e assistir á telenovela como se se tratasse de um Porto-Benfica... só que com mais emoção!

Mulher... É o ser mais complexo e multifacetado que existe, e ainda bem, pois se nesta vida não houver quem ame, sonhe ou lute por todos os seus ideais com a garra característica de uma verdadeira Mulher, então limitou-se a ver os outros a viverem e rendeu-se ás limitações impostas pela sociedade sem antes ter lutado por aquilo a que tinha direito: uma verdadeira vida.


SS, 1998... Tinha apenas 17 anos :)

...

Apetece...

Não sei se deva...

Espero...




Conta-me histórias...

Afinal o sabor a mousse de ananás é para eu esquecer...
Não é que acredite em efeitos secundários deste tipo de doçaria, mas só sei que hoje o meu final de manha foi passado a segurar a mão da menina gulosa á porta de um gabinete na urgência... Meia hora mais tarde lá estava eu de 22G na mão, prontinha a massacra-la...
Mas afinal para que servem os amigos?
Lá fiquei eu sentada ao lado dela, a fazer-lhe mimo no cabelo até adormecer, enquanto perfundia o paracetamol e o soro, e a vigia-la para que não atirasse para o ar o victan sublingual que, a muito custo, a convenci a tomar...
Por isso, principe encantado (ao tempo que não escrevia isto!!!), já que não me ofereceste o hp da vivienne tam (mas que é todinho meu!!!), para mim pode ser um ou dois beijos quentes mas sem sabor, um olhar de desejo e um banho de espuma á luz das velas... Depois senta-te ao meu lado... E "conta-me histórias daquilo que eu não vi..."

sábado, 9 de maio de 2009

Arghhhhhhhhh

Segurem-me que eu vou-me a ela! lol
Acabaram de me descrever um primeiro contacto labial (entenda-se BEIJO!!) como: hummm, ahhhhh, foiiiiiiii... hummmm, hihihihihi... E depois de 15 minutos, entre sorrisinhos de quem esta aparvalhado e um brilho no olhar que quase me queimava tanto quanto o sol, lá veio a maravilhosa descrição tal e qual como eu nunca tinha ouvido: "tas a ver aquela mousse de ananas com topping de morango? Soube a isso! Mesmo booooommmmm..."
Também quero... E eu que gosto tanto de mousse de ananas!!!... Mas podia saber a qualquer outra coisa doce... Porque há beijos que não precisam de qualquer sabor para serem doces...
Fiquei feliz :D

:p

extranho e desassocego - algumas das palavras correctamente escritas conforme a grafia da época de Fernando Pessoa

"Desassocego"

Hoje, enquanto me deliciei com o sol fui aproveitando para reler excertos de um livro que já não era aberto por mim desde 28/12/2006...
Aqui vai um excerto que aprecio bastante e do qual tinha saudades:

"Sei que despertei e que ainda durmo. O meu corpo antigo, moído de eu viver diz-me que é muito cedo ainda... Sinto-me febril de longe. Peso-me, não sei porquê...
Num torpor lúcido, pesadamente incorpóreo, estagno, entre o sono e a vigília, num sonho que é uma sombra de sonhar. Minha atenção bóia entre dois mundos e vê cegamente a profundeza de um mar e a profundeza de um céu; e estas profundezas interpenetram-se, misturam-se, e eu não sei onde estou nem o que sonho.
Um vento de sombras sopra cinzas de propósitos mortos sobre o que eu sou de desperto. Cai de um firmamento desconhecido um orvalho morno de tédio. Uma grande angústia inerte manuseia-me a alma por dentro e, incerta, altera-me, como a brisa aos perfis das copas.
Na alcova mórbida e morna a antemanhã de lá fora é apenas um hálito de penumbra. Sou todo confusão quieta... Para que há-de um dia raiar?... Custa-me o saber que ele raiará, como se fosse um esforço meu que houvesse de o fazer aparecer.
Com uma lentidão confusa acalmo. Entorpeço-me. Bóio no ar, entre velar e dormir, e uma outra espécie de realidade surge, e eu em meio dela, não sei de que onde que não é este...
(...)
O nosso sonho de viver ia adiante de nós, alado, e nós tínhamos para ele um sorriso igual e alheio, combinado nas almas, sem nos olharmos, sem sabermos um o outro mais do que a presença apoiada de um braço contra a atenção entregue do outro braço que o sentia.
A nossa vida não tinha dentro. Éramos fora e outros. Desconheciamo-nos, como se houvéssemos aparecido às nossas almas depois de uma viagem através de sonhos...
Tínhamo-nos esquecido do tempo, e o espaço imenso empequenara-se-nos na atenção. Fora daquelas árvores próximas, daquelas latadas afastadas, daqueles montes últimos no horizonte haveria alguma coisa de real, de merecedor do olhar aberto que se dá às coisas que existem?...
Na clepsidra da nossa imperfeição gotas regulares de sonho marcavam horas irreais... Nada vale a pena, ó meu amor longínquo, senão o saber como é suave saber que nada vale a pena...
O movimento parado das árvores: o sossego inquieto das fontes; o hálito indefinível do ritmo íntimo das seivas; o entardecer lento das coisas, que parece vir-lhes de dentro a dar mãos de concordância espiritual ao entristecer longínquo, e próximo à alma, do alto silêncio do céu; o cair das folhas, compassado e inútil, pingos de alheamento, em que a paisagem se nos torna toda para os ouvidos e se entristece em nós como uma pátria recordada - tudo isto, como um cinto a desatarse, cingia-nos, incertamente.
(...)
Ali vivemos horas cheias de um outro sentimo-las, horas de uma imperfeição vazia e tão perfeitas por isso, tão diagonais à certeza rectângula da vida. Horas imperiais depostas, horas vestidas de púrpura gasta, horas caídas nesse mundo de um outro mundo mais cheio do orgulho de ter mais desmanteladas angústias...
E doía-nos gozar aquilo, doía-nos... Porque, apesar do que tinha de exílio calmo, toda essa paisagem nos sabia a sermos deste mundo, toda ela era húmida da pompa de um vago tédio, triste e enorme e perverso como a decadência de um império ignoto...
Nas cortinas da nossa alcova a manhã é uma sombra de luz. Meus lábios, que eu sei que estão pálidos, sabem um ao outro a não quererem ter vida.
O ar do nosso quarto neutro é pesado como um reposteiro. A nossa atenção sonolenta ao mistério de tudo isto é mole como uma cauda de vestido arrastado num cerimonial no crepúsculo.
Nenhuma ânsia nossa tem razão de ser. Nossa atenção é um absurdo consentido pela nossa inércia alada.
Não sei que óleos de penumbra ungem a nossa ideia do nosso corpo. O cansaço que temos é a sombra de um cansaço. Vem-nos de muito longe, como a nossa ideia de haver a nossa vida...
Nenhum de nós tem nome ou existência plausível. Se pudéssemos ser ruidosos ao ponto de nos imaginarmos rindo riríamos sem dúvida de nos julgarmos vivos. O frescor aquecido do lençol acaricia-nos (a ti como a mim decerto) os pés que se sentem, um ao outro, nus.
Desenganemo-nos, meu amor, da vida e dos seus modos. Fujamos a sermos nós...
Não tiremos do dedo o anel mágico que chama, mexendo-se-lhe, pelas fadas do silêncio e pelos elfos da sombra e pelos gnomos do esquecimento...
E ei-la que, ao irmos a sonhar falar nela, surge ante nós outra vez, a floresta muita, mas agora mais perturbada da nossa perturbação e mais triste da nossa tristeza. Foge de diante dela, como um nevoeiro que se esfolha, a nossa ideia do mundo real, e eu possuo-me outra vez no meu sonho errante, que essa floresta misteriosa enquadra...
(...)
Loucura de sonho naquele silêncio alheio!...
A nossa vida era toda a vida... O nosso amor era o perfume do amor... Vivíamos horas impossíveis, cheias de sermos nós... E isto porque sabíamos, com toda a carne da nossa carne, que não éramos uma realidade...
Éramos impessoais, ocos de nós, outra coisa qualquer... Éramos aquela paisagem esfumada em consciência de si própria... E assim como ela era duas - de realidade que era, a ilusão - assim éramos nós obscuramente dois, nenhum de nós sabendo bem se o outro não ele próprio, se o incerto outro viveria...
Quando emergíamos de repente ante o estagnar dos lagos sentíamo-nos a querer soluçar...
Ali aquela paisagem tinha os olhos rasos de água, olhos parados, cheios do tédio inúmero de ser... Cheios, sim, do tédio de ser, de ter de ser qualquer coisa, realidade ou ilusão - e esse tédio tinha a sua pátria e a sua voz na mudez e no exílio dos lagos... E nós, caminhando sempre e sem o saber ou querer, parecia ainda assim que nos demorávamos à beira daqueles lagos, tanto de nós com eles ficava e morava, simbolizado e absorto...
E que fresco e feliz horror o de não haver ali ninguém! Nem nós, que por ali íamos, ali estávamos... Porque nós não éramos ninguém. Nem mesmo éramos coisa alguma... Não tínhamos vida que a Morte precisasse para matar. Éramos tão ténues e rasteirinhos que o vento do decorrer nos deixara inúteis e a hora passava por nós acariciando-nos como uma brisa pelo cimo duma palmeira.
Não tínhamos época nem propósito. Toda a finalidade das coisas e dos seres ficaranos à porta daquele paraíso de ausência. Imobilizara-se, para nos sentir senti-la, a alma rugosa dos troncos, a alma estendida das folhas, a alma núbil das flores, a alma vergada dos frutos...
(...)
Cubramos, ó Silenciosa, com um lençol de linho fino o perfil hirto e morto da nossa imperfeição..."

Na floresta do alheamento - Fernando Pessoa

Adiamento...

Apetece-me escrever uma montanha de coisas...
"Mas hoje não, hoje nada, hoje não posso..."
Senti o mar e o cheiro a entranhar-me na pele...
Quis gritar e deitar-me a olhar o céu... Fugir... Mas não sozinha, agora não...
"... hoje não, hoje nada, hoje não posso..."
Tenho tanta coisa presa na garganta, engasgada no coração, a bater forte na mente...
Vou sonhar... Acordada... Isso sim, hoje, hoje tudo, hoje posso...
Vou fechar os olhos e sentir o sol a tostar-me a face...
E nos momentos mais vazios vou ouvir esta musica...



You lye, lips sealed,
nothing left unsaid can ever do us wrong
I stand so close enough to feel you breathe in the beauty of you.
You lye, eyes closed,
nothing left unseen can ever do us harm
I stand so close enough to see your dreams in the beauty of you

and my wish, so strong...
so willing to be all you want me to be...

You lye, body still,
nothing left undone can ever cause us pain
Sleep away from here to where everything is safe to the beauty of you.

...

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Selfish love

1:04am
Vou fazer uma coisa qualquer parecida com uma acta das ultimas 4 horas.
Frases da noite:
1- Não dá para ficar de quatro contra a parede?
2 - Está vento, tipo aquelas nortadas de sul (esta é repetida!!!)
3 - Eu estou bem! Sei o que estou a fazer. Estou a fazer figuras tristes!!!
4 - Aquelas flexões de banco faço praí 50 seguidas. A respirar.
5 - Assim??? Sentada? As flexões não se fazem assim!!! Assim fazem-se outras coisas!!! (esta teve direito a linguagem gestual...)
6 - Tu não és depravada!!! Nós é que somos muito totós!!!!
7 - Sete anos sem brindar é beber sem foder... (sem comentários...)


8 - A nós, á amizade, á vida longa e "prontos"...

Duas jarras de sangria e ainda deu para anotar oito das milhentas calinadas que foram saindo ao longo da noite. Desta vez ninguem ofereceu um jarro com um bilhetinho e olhares vesgos! E ainda acabamos as quatro deitadas na minha cama a rir-nos que nem perdidas enquanto falamos de calipos, mentol, plumas e bolinhas tailandesas numa pseudo reunião la maleta roja... E existem registos fotograficos deste acontecimento!!!

Claro, estou tonta e apetecia-me uma presença morna na cama que não fosse a minha gata ou a botija de agua, mas, de forma a evitar algumas sensações, estou a tentar desviar o meu pensamento para outras coisas... para o vazio, pois não me ocorre mais nada...

Tenho os neurónios a esganar-me o miocárdio...

Adiante... Musica oficial da noite cantada em coro por quatro pensamentos bem distantes uns dos outros:

Selfish Love - Pedro Cazanova

The way you are
The way you do
The way you breath
The way you play
The way you feel
The way you touch
The way you entered in to my mind...

(...)

Ps: tenho que começar a activar o serviço despertar para as 7:00h em dias assim... Espero conseguir tirar o rabo da cama daqui a 5:30h...

sexta-feira, 1 de maio de 2009

A espera...

Paciência não é virtude apenas dos sábios, mestres ou gurus.
Paciência se conquista, se aprende a ter paciência.
Não é necessário magia ou milagre para se aprender a ter paciência...
É necessário dedicação, estudo e muita disciplina.
Poderia se dizer que é necessário ter paciência para aprender a ter paciência...
Complicou! Como ser paciente para aprender a ter paciência?

sábado, 25 de abril de 2009

Milkshake & kinder...

Ia eu a caminho da cama, na minha travessia sala-quarto, depois de mais uma vez ter adormecido confortavelmente no sofá (tão tortinha!!! :D), quando pensei... E se escrevesse no meu blog e coiso e tal!?!?!?
Ah pois é... A vida faz-me bem! É o que me ocorre dizer!
É claro que podia explorar o tema mas fica para outro dia. Ou não... Ou mais ou menos... É do soninho... :)
Como para a frente é que é o caminho, já estou muito mais á frente do que imaginava. E sinto-me bem com isso. Não me sinto azeda, carente, parva, amorfa, invejosa, hipócrita ou com crises existenciais... Há gente assim!!! Dá para acreditar!?!? E depois também existe aquela coisa fixe sobre a qual ouvi falar pela primeira vez em ctv quando era miuda: osmose... Mas adiante!
Entre tardes bem passadas a ver um filmezito, fastfood a horas impróprias (um desgosto amoroso de alguem que gostamos leva qualquer um a cometer este tipo de loucuras!!!), conversas dignas de um episódio do "sexo e a cidade", "marrakesh lovers" no Sahara, mimo de irmão, uns kilos a menos, e muito muito mais, cheguei a conclusão que a vida se encarrega de nos mostrar os melhores caminhos quando já só pensamos que existem atalhos manhosos...
A vida sorri-me...
Podia terminar em grande a trautear "I feel good, I knew that I would...", citar James Brown ou inserir algures por aqui o videoclip da musica. Mas como desde ontem que não me sai da cabeça um poema que fala de batidos (hummmm...) opto por deixa-lo aqui.

"Daydream, delusion, limousine, eyelash
Oh baby with your pretty face
Drop a tear in my wineglass
Look at those big eyes
See what you mean to me
Sweet-cakes and milkshakes
I'm delusion angel
I'm fantasy parade
I want you to know what I think
Don't want you to guess anymore
You have no idea where I came from
We have no idea where we're going
Latched in life
Like branches in a river
Flowing downstream
Caught in the current
I'll carry you
You'll carry me
That's how it could be
Don't you know me?
Don't you know me by now?"

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Twilight

Domingo de Páscoa. Um dia inteiro de trabalho. Felizmente com uma amiga do coração.
Entre horas mais ou menos atarefadas consegui ver o Twilight, ou Crepúsculo... Whatever...
Confesso que não esperava mas surpreendi-me a mim própria com uma sensibilidade estranha, de certa forma invulgar em mim nos últimos tempos.
Não sei como, não sei porquê... Muito provavelmente pela aura de mistério do Edward Cullen... No final do filme fiquei com uma vontade súbita de beijar um anónimo misterioso... Gostei da sensação, gostei de muitas mais coisas... Hummmm... (arrepiozinho...) Mas essas só revelo se questionada :p
Ficou uma musica no ouvido, entre muitas e fantásticas musicas (lol mesmo!!!), que coincidência das coincidências (as tais que não acredito!) alguém decidiu conjugar com imagens do filme.



Há dias assim... Felizes e loucos...
E por isso mesmo, vou ver o filme outra vez... com toda a certeza que no final vou ter a mesma vontade de beijar um anónimo misterioso... outra vez... mais do que uma vez... 

sábado, 11 de abril de 2009

The Listener



Pois é, paramédicos destes é que era bom de ter por Portugal, em tempo e espaço real...
Confesso que se tivesse oportunidade assinava um abaixo assinado para que um dos pré-requisitos para todo o profissional de saúde masculino fosse a semelhança física com este cavalheiro muito jeitosinho que é o Craig Olejnik... E ainda por cima ouve os pensamentos dos outros!!!! Bom de mais!!! Se bem que com ele perto de mim teria que andar constantemente de bolinha vermelha no canto superior direito dos meus pensamentos... :)

quinta-feira, 9 de abril de 2009

De volta...

Agosto, setembro, outubro, novembro, dezembro, janeiro, fevereiro, março...
8 meses... E estou de volta...
Passam 30 minutos do dia 9 de Abril... Faltam 8 horas... E estou de volta...
Sensação de nunca ter ido embora, e ao mesmo tempo aquele aperto na barriga de quem está a viver o 1º dia de escola, o 1º beijo, a 1ª saida á noite, a 1ª vez (:))...
Mas não é a 1ª vez... Deve ser a milionésima de tantas noites sem dormir, noites escuras, noites sós, noites frias...
Mais uma noite... E estou de volta...
Sinto falta do meu canto, da minha manta e das meias anti-derrapantes... Do romrom da Badu... Do Foxlife...
Mas adoro o que faço... E estou de volta...
Quis o acaso que eu voltasse com o meu sorriso e boa disposição de quase sempre, apertasse com mimo bochechas em fim de vida, desse amendoas a vidas viradas do avesso, falasse da vida e do frio que se faz sentir a quem quisesse ouvir, ligasse o radio e cantasse...
E ao ligar o rádio, escolhi a estação á sorte e era esta a musica que se fazia ouvir...



Coincidências? Não acredito... Já há muito tempo que deixei de acreditar... Mas já há muito tempo que deixei de acreditar em muita coisa...

"Its never over, my kingdom for a kiss upon her shoulder...!"

Principe encantado, sei que és como o pai natal... Toda a gente fala em ti, mas ver-te nem pensar! lol :D De qq das formas, era isto que queria que sentisses... o teu reino por um beijo no meu ombro... Um beijo no ombro (suspiro)... E se me cantasses ao ouvido e de seguida me desses um beijo no ombro... Nem sei...

O sono está a a fazer-me divagar... E estou de volta...

segunda-feira, 6 de abril de 2009

PS

Pois... Estava eu no wc a pensar (sim... ideias de merda muito provavelmente...) e a percorrer alguns sites de interesse nulo para a comunidade quando descobri que ali pertinho do coração, entre a minha veia cava superior e a veia cava inferior, tenho uma veia cavra (sim, porque eu cá não tenho sotaque tripeiro!!!!). E essa cavrice toda deu sinal de vida!
No entanto não posso aqui transmitir o que me vai no coração porque com toda a certeza iria sair por essa minha veia... No entanto a razão diz-me para eu esperar...
Porque quem ri por ultimo ri sempre melhor... E cheira-me que ainda vou gargalhar um bom bocado...

Á duzia é mais barato :p

Depois de alguns dias sem cá vir fico tentada a mandar para o ar mais que um post, com a perfeita noção de que muitos pensamentos vão ficando pelo caminho. O que de certa forma é bom pois pelo caminho poderia ferir muitas susceptibilidades.
Antes de mais: Pipoca, vou votar em ti ;)
No seguimento do anterior post, a propósito das "bestas" (aquelas que nem contigo, nem sem ti...), a verdade é que não as posso culpar do meu mais recente devaneio...


Já se encontram em meu poder estes trapinhos da Desigual que aqui demonstro, coisa que eu própria, sozinha, seria incapaz de fazer, logo, aqui, publicamente, agradeço ao Sr Anónimo (pseudonimo de alguém que quer evitar a fama! :p) por me ter ensinado a pressionar o Prt Scr :)
Tchiiiii!!! Sete virgulas numa frase... Ai se a Prof. Ondina sonha... lol
Não fugindo ao assunto principal: trapos giros, não são???? E ficam-me tããããããããão bem :D

domingo, 5 de abril de 2009

All I need...

"Loving someone is just boom...
You totally want to be with that person all the time...
and you just totally enamored of them
and you just love them to death
you know what i mean?
It's kind of hard for me to explain true love..."




"Loving someone is just boom...
You totally want to be with that person all the time..."

É por isso que neste momento o único pensamento que me ocorre relativamente ao sexo masculino é que não passam todos de umas bestas quadradas... Tenho dito...

Pinguins

When a male is sweet on a female, he searches the entire beach to find the perfect pebble to present to her. When he finally finds it, he waddles over and presents the stone by placing it at her feet. If she accepts, they'll be life-long mates.


(suspiroooooooooooooo)
E sim, quero como no filme: uma caixinha de joalheiro com um calhauzinho lá dentro... desde que quem esteja a segurar a dita caixinha não seja ele próprio um calhau!!!! :p

quarta-feira, 25 de março de 2009

Alguém...

Hoje queria um ombro mais alto que o meu onde pudesse encostar a cabeça, chorar e sentir-me segura num abraço...
Alguém que me dissesse que não vou cair...
Alguém que me beijasse a testa e dissesse que o futuro é já amanhã...


Quem quase vive já morreu!!

QUASE 

Ainda pior que a convicção do não, a incerteza do talvez 
é a desilusão de um "quase". 
É o quase que me incomoda, que me entristece, que 
me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi. 

Quem quase ganhou ainda joga, 
quem quase passou ainda estuda, 
quem quase morreu está vivo, 
quem quase amou não amou. 

Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, 
nas chances que se perdem por medo, 
nas idéias que nunca sairão do papel 
por essa maldita mania de viver no outono. 

Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; 
ou melhor, não me pergunto, contesto. 
A resposta eu sei de cor, 
está estampada na distância e frieza dos sorrisos, 
na frouxidão dos abraços, 
na indiferença dos "bom dia", quase que sussurrados. 
Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz. 

A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. 
Talvez esses fossem bons motivos para decidir 
entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. 
Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, 
o mar não teria ondas, os dias seriam nublados 
e o arco-íris em tons de cinza. 
O nada não ilumina, não inspira, não aflige, nem acalma, 
apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si. 

Não é que fé mova montanhas, 
nem que todas as estrelas estejam ao alcance, 
para as coisas que não podem ser mudadas 
resta-nos somente paciência, 
porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória 
é desperdiçar a oportunidade de merecer. 

Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; 
pros amores impossíveis, tempo. 
De nada adianta cercar um coração vazio 
ou economizar alma. 
Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance. 
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, 
que o medo impeça de tentar. 

Desconfie do destino e acredite em você. 
Gaste mais horas realizando que sonhando, 
fazendo que planejando, vivendo que esperando 
porque, embora quem quase morre esteja vivo, 
quem quase vive já morreu!! 

Luís Fernando Veríssimo

quinta-feira, 19 de março de 2009

É dia do papá :)

Sempre admirei o meu pai...
Como é que alguém pode ser tão calmo, tão optimista, tão bem-disposto... Nota-se a léguas que não sofre de síndrome pré-menstrual!!!! No entanto, antes sofresse de spm do que de outras coisas bem piores... Mas isso agora não interessa.
Convidei-o para uma tarde bem passada que incluiu cinema, café e compras no Jumbo! lol
Recomendo vivamente o filme que fomos ver: Gran Torino.
Amei! Fica, por isso, aqui o trailer:



kisses ***

quarta-feira, 18 de março de 2009

A tentar apreender a minha consciência...

Existimos em Função do Futuro

Tentai apreender a vossa consciência e sondai-a. Vereis que está vazia, só encontrareis nela o futuro. Nem sequer falo dos vossos projectos e expectativas: mas o próprio gesto que surpreendeis de passagem só tem sentido para vós se projectardes a sua realização final para fora dele, fora de vós, no ainda-não. Mesmo esta taça cujo fundo não se vê - que se poderia ver, que está no fim de um movimento que ainda não se fez -, esta folha branca cujo reverso está escondido (mas poderia virar-se a folha) e todos os objectos estáveis e sólidos que nos rodeiam ostentam as suas qualidades mais imediatas, mais densas, no futuro.
O homem não é de modo nenhum a soma do que tem, mas a totalidade do que não tem ainda, do que poderia ter. E, se nos banhamos assim no futuro, não ficará atenuada a brutalidade informe do presente? O acontecimento não nos assalta como um ladrão, visto que é, por natureza, um Tendo-sido-Futuro. E, para explicar o próprio passado, não será a primeira tarefa do historiador procurar o futuro?

Jean-Paul Sartre, in 'Situações I'

Desabafo

Alma a Sangrar

Quem fez ao sapo o leito carmesim
De rosas desfolhadas à noitinha?
E quem vestiu de monja a andorinha,
E perfumou as sombras do jardim?

Quem cinzelou estrelas no jasmim?
Quem deu esses cabelos de rainha
Ao girassol? Quem fez o mar? E a minha
Alma a sangrar? Quem me criou a mim?

Quem fez os homens e deu vida aos lobos?
Santa Teresa em místicos arroubos?
Os monstros? E os profetas? E o luar?

Quem nos deu asas para andar de rastros?
Quem nos deu olhos para ver os astros
- Sem nos dar braços para os alcançar?!...

Florbela Espanca, in "Charneca em Flor"

quinta-feira, 12 de março de 2009

Amar é...

Tenho mil um desabafos presos ás cordas vocais... Não saem...
Não sei, não sinto, não compreendo, não aceito, não quero, enfim... 
Quero sins na minha vida, preciso desesperadamente de sins na minha vida... 
Relembrei nos ultimos dois dias as imagens dos miticos bonequinhos do "Amar é...", da minha infância e da caderneta que eu admirava sem perceber minimamente o que amar era... Ao fim de aproximadamente 20 anos tenho uma ideia do que amar é, mas qualquer coisa neste amor que eu conheço preenche a minha vida de nãos...
E tenho saudades de quando pensava que amar era ver o futuro nas estrelas...


No dia de hoje, para mim, AMAR É... BATER COM A CABEÇA ATÉ VER ESTRELAS... E por isso fazer um traumatismo crânio-encefálico frontal com direito a hemorragia subaracnoideia aguda ou hematoma sub-dural... Qualquer coisa que para além de me provocar amnésia, me desinibisse para me poder rir da minha estupidez e da (pseudo)masculinidade global...
Talvez quando acordasse desse meu Glasgow 14 (devido à confusão!) compreendesse frases como "Vamos ficar juntos para sempre", "Vamos ser felizes juntos", "És linda", "Quando olho para ti vejo uma mulher magnifica", e mais um rol de clichés e frases feitas que andam por aí...
Alguém realmente me consegue explicar o que "Amar é"???????

segunda-feira, 9 de março de 2009

No dia da mulher...

"No dia da mulher...

... eu fiz-lhe o pequeno-almoço e ele enviou-me flores. É justo." - a pipoca mais doce


No dia da mulher...

Superou tudo isso a tarde de domingo no sofá com a minha gata, o jantar com as minhas melhores amigas e a garrafa de tinto, o fondue de chocolate com morangos, a conversa indecente sobre técnicas de sexo (lol... muito lol!!!! que uma das minhas meninas não sabia o que é um fellatio!) e o sono numa cama de casal em que pude adoptar todas as posições confortaveis para mim sem ter que invadir espaços alheios :) ...

Enfim, confesso que tendo em conta o significado global do dia, passado com gajas faz todo o sentido.

E para insuflar o ego cá fica o cartoon perfeito

sábado, 7 de março de 2009

Once I wanted to be the greatest...

Once I wanted to be the greatest

No wind or waterfall could stall me

And then came the rush of the flood

Stars of night turned deep dust


Melt me down

Into big black armor

Leave no trace of grace

Just in your honor

Lower me down

To culprit south

Make'em wash a space in town

For the lead

And the dregs of my bed

I've been sleeping

Lower me down

Pin me in

Secure the grounds

For the later parade


Once I wanted to be the greatest

Two fists of solid rock

With brains that could explain

Any feeling


Lower me down

Pin me in

Secure the grounds

For the lead

And the dregs of my bed

I've been sleeping

For the later parade


Once I wanted to be the greatest

No wind or waterfall could stall me

And then came the rush of the flood

Stars of night turned deep to dust


The Greatest - Cat Power

domingo, 1 de março de 2009

Keep me safe while i sleep...




terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Just got to be kidding me!...

Nem sei bem como dizer isto...

Acho que me deparei com um caso de "ridiculite" agudíssima!

O meu primeiro instinto foi ficar pasma, tipo: "Nããããããoo... Como é possível!? Nem quero acreditar! Agora!? Só pode ser mesmo para ver se me dão um nó ao neurónio!", mas logo de seguida pensei que ficar estupefacta não tem tanta piada como desatar ás gargalhadas pelo quão pequeninas são certas pessoas...

Enfim, afinal tinha razão (e agora tenho a certeza!) quando disse que era tudo igual (sinceramente não percebo a revolta que esta minha frase provoca em certos espécimens masculinos...). O embrulho pode ser mais ou menos elaborado, apresentável, bonito ou até engraçado, mas no fim a $#%#!$% é toda a mesma, está tudo no mesmo saco e tenho segundos da minha vida em que penso que se alguém atirasse esse saco da ponte móvel (bem amarradinho e com uns kilitos de chumbo lá dentro a ajudar á festa) não se perdia nada... Mas isto é a minha faceta de cabra a vir ao de cima...

Detesto poços de contradiçoes. Que falta de personalidade!! São daquelas coisas que acho que mais tarde ou mais cedo me vão provocar uma ulcera gástrica! Levam-me a pensar que andam demasiados bipolares sem tratamento por aí á solta! lol!

Mas confesso que até estou a gostar do filme... Parece uma comédia cor de rosa de adolescentes, daquelas que já não interessam a ninguem e dão 38 vezes ao ano em canais diferentes...

Aguarda-se o desenrolar da coisa... Em sítios anteriormente impensaveis, com pessoas anteriormente impensaveis que têm atitudes anteriormente impensaveis... Porque não sou burra (apesar de por vezes me ser conveniente que pensem que sim :p) e porque assim até fico a conhecer melhor as pessoas "pequeninas" que se julgam grandes...

até um dia..
.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

15-1 de Fevereiro

15-1 porque prefiro esquecer o 14... Gostava que fosse fácil esquecer, que bastasse um pequeno botão a dizer reset e que tudo fosse apagado. Mas também não gostava que fosse um reset qualquer... Gostava de um multi opções, que pudesse ser selectivo e apagar apenas o que nos é prejudicial, o que nos faz doer, o que nos faz as lágrimas rolarem pela cara...
Ontem doeu... não pelo dia em si. Doeu por não poder aproveitar como deveria a presença de quem me faz falta, dos meus amigos, aqueles que me têm mimado, dado força, ouvido e acima de tudo têm-me dado valor e fazer acreditar nele, doeu ver as minhas amigas vestidas de noiva e pensar que já não acredito no amor, nos finais felizes e nos dias inesquecíveis, doeu chegar a casa e não ter um abraço quente, um beijo apaixonado, uma mão a acariciar-me a face, um olhar carinhoso...
Não há dia em que acorde e que não pense como era bom ter um botão a dizer reset...
Assim deixaria de doer...





quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Truth...

How could you hurt me like this?
How could you fear me like this?
I know that all the words are just words
I think that you don't know what it means
I think that it might be true
I think I've been a fool
Oh, don't you think?
All I've done now, all I've said
All I've read, it was for real
It was for real
But I know that
That dreams are just dreams
And I know that
You're not what it used to be love
Oh love
Oh love
All I've done, all I've said
All I've read, it was for real
All I've known, all I've feared
All I've said it was for real
How could you hurt me like this?
How could you fear me like this?
I know that all the words are just words
It can't be real

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Apetrechos e outras coisas mais

Como prometido a mim própria, estou (semi)ruiva. Discreto discretinho, mas quando lhe bate o sol até ofusca :)
Após uma breve incursão no mundo dos leilões vou arejar.
Depois de alguns apetrechos para o lar, uma coleira rosa e identificação gravada num coração para a minha piquena de quatro patas (é vaidosa a miuda...) vou adquirir algo mais. 
O que eu queria mesmo era isto: 

Por isso, Principe Encantado, se decidires abandonar a Cinderela e gastar uns tostões, já tenho sapatos suficientes... Oferece-me um HP Mini laptop (Vivienne Tam Edition). 
Serve-me sem duvida, não precisa ser á meia noite e qualquer dia será bom (dia 14 também apesar de andar meia enjoada com a coisa...).

Agora vou-me que a vida está lá fora, o dia é de sol e espero só voltar para dar uma dormidela e ver o mais recente episódio do Heroes.

Ciao


segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Ágætis byrjun

Ágætis byrjun = bom começo

E para (re)começar nada como virar a casa de pernas para o ar.
Depois de cortinas, colcha, tapetes novos e substituir as cortinas por fitinhas ou lá o que é aquilo mas fica girissimo nas minhas janelas, decidi que iria ser a mais "sex and the city" dona de casa.
Como tal, para além de ir todos todos todos os dias ao ginásio (vá... quase todos!) decidi adquirir uma nova companhia nas tarefas da casa... 
Apresento o meu fashion Hoover:



É a minha cara!!!!! Próximo passo imediato: voltar a ser ruiva... HOJE, logo a seguir ao ginásio :D

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Vazia de crenças

"Sempre que puder converse com um saco de cimento. 
Nesta vida só devemos acreditar naquilo que um dia pode ser concreto."

Um saco de cimento parece-me bem...